O breu quieto da noite de luar vago
Luz azul, pele negra, olhos brilhando: branco do olho
O negro da pupila tomando toda a íris
A boca coberta pela água turva da beira
Cuspindo pouco d'gua
E respirando para ajudar as narinas cansadas
Ouvidos atentos: caçador
Relinchava o cavalo real
Pêlos brancos, crina cor de ouro
Enquanto Sebastião aguardava
El rei sentar-se à sela
Para cravar-lhe ao peito
A estaca pedaço de nau
El rei não vinha
Não veio
Sebastião tomou o cavalo
E tomou também por certo
Reclamar o trono para si
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