Era saber ribeirinho. Olhar doce. Sorriso fino. Pele marrom, pele vermelha. Escama cinza, escama azul. Cabelo preto, cabelo preto. Escondida debaixo do rio. Para ninguém ver rabo nenhum. Cantava a ladainha das águas. Para encantar desavisados. Quem encarava a peixa sabia a profundeza dos olhos. Escuridão sem fim ou começo. O universo inteiro ali. Mas quem voltava para contar? Voltava não. Ou voltava cheio de saudade. E mergulhava no rio.
isso tá muito manero
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